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obnubilado

Blog que ainda existe, apesar do tempo.

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Blog que ainda existe, apesar do tempo.

A volta dos que foram

Então, estou eu aqui ressuscitando este blog que há mais de três anos está jogado no esquecimento (menos para as pessoas que ainda procuram por "Antonio Fagundes pelado" e continuam a cair neste post). 

 

Pois tenho alguns assuntos que gostaria de compartilhar e não vejo porque criar outro blog, nem há razão para tratar disso no Facebook, que tem um foco limitado e atinge meus conhecidos que provavelmente não vão se interessar. 

 

Blog é bom porque pode atingir pessoas aleatórias procurando pelos assuntos tratados, então vamos lá que de pessoas esses mundo está cheio.

 

Nestes últimos anos realmente muita coisa mudou. Mudei de trabalho, de casa, terminei um relacionamento longo, estive na Europa, conheci pessoas importantes e outras nem tanto. Vamos ver onde vamos parar.

 

 

Eu voltei (por enquanto...)

Oh, sim, tanto tempo sem escrerver neste blog, não sei nem como ainda o mantêm no ar. Eu já teria apagado se fosse o Sapo. Mas sempre interessante vir por aqui e ver tantas coisas que eu escrevi desde 2005 (!). Tantas coisas patéticas, e tantas coisas também bacanas que me divertem quando eu releio, como o texto sobre Bun-Hur ser gay, ou minha indignação com a receita errada de arroz doce, ou as crônicas inacabadas sobre a pensão onde eu morei, ou o texto sobre o show do Caetano e sobre o show do Placebo e sobre a peça lituana.

 

Bom, após voltas e voltas pelas redes sociais e pelos pequenos textos despretensiosos (ou nem tanto), vou talvez retornar a escrever algumas coisas aqui, para que os meus 26 leitores diários (segundo o serviço de estetísticas da página) tenham sempre algo novo para ler.

 

Fonte da imagem: aqui

Ninguém se chama Shmuel

Um ano, um mês e quatro dias depois da morte deste blog, ele ressurge. Assim como Mickey Rourke, pode não ser dos mais bonitinhos, pode não ter voltado para sempre, pode até não ganhar o Oscar, mas seguirá talvez com algum público e alguns êxitos.

 

Estou pensando: com ou sem comentários? Nos últimos meses de revolta do Obnubilado desabilitei os comentários, pois eu via tanta gente entrando no blog (e mesmo morto ele teve bom público diário, graças a buscas por "antonio fagundes pelado" e outras perversidades imperdoáveis) e não comentar nada, que isso me deixava irritado. Um comentário é sempre bem vindo, e quando 80 pessoas leem um, ou vários, textos teus, e ninguém fala nada, isso é realmente constrangedor, pois blogs há, e todos sabem, que soltam um peido e todo mundo comenta.

 

Então não sei se habilitarei os comentários. Pensarei até o fim do texto.

 

Bom, percebo que iniciei o blog em 2005, também em fevereiro, também logo após a cerimônia do Oscar. Não vou falar de Oscar, pois quem faz isso são os críticos decentes ou então os old-new indies desocupados e despreocupados, categoria primeira à qual desisti de pertencer pelo menos desde 2007, e categoria segunda à qual não pertenço mais graças a um maior senso de ridículo. Eu tenho espelho em casa. E leio textos passados.

 

Desde talvez os 12 anos eu assisto ao Oscar. É divertido, não é? Não, às vezes não é, mas e daí? A Globo não passou o Oscar agora para poder transmitir o Carnaval. Tive que catar pela internet uma transmissão ao vivo da cerimônia, só encontrando em sites clandestinos, com uma qualidade razoável. Não tenho TV a cabo. Mas tenho internet e paciência para procurar (não muita, não muita...).

 

Falando em Carnaval me lembro que este é provavelmente um dos mais modorrentos dos últimos tempos para mim. Lembro também que alguém entrou neste blog há uns dias com a seguinte busca "Madrinha de bateria uma praga que invadiu as escolas de samba". Sempre comento algo de carnaval, pois costumava ver quando pequeno e às vezes ainda gosto de me inteirar a respeito. Mas este ano não. Não sei de nada, graças a Deus.

 

Por falar em Deus, ontem eu vi O Menino do Pijama Listrado. Me lembrou três coisas: O Labirinto do Fauno (blééééé), Hair e o "especial" da Globo ano passado O Natal do Menino Imperador. Gostei. Interessante como transmite todo horror nazista sem mostrar quase nada explícito. Interessante como transmite todo horror nazista, repito, somente com a palidez e a exaustão do menino judeu, por exemplo, ou com o cambaleante andar do empregado-médico.

 

Fiz bolo de chocolate. Desses comprados em pacotinho. Orquídea. Era o mais barato. Não é dos piores, não. Mas colou muito no fundo da fôrma.

 

Fôrma ainda tem acento?

Tem até sapinhos

Bom, é isso aí, migrei meu blog. Deu até para deixar parecido com o que era antes. Mas não gosto daquela àrea totalmente branca à direita, se eu descobrir como modificar eu ponho alguma coisa lá.

O único defeito que posso identificar agora é o pouco espaço entre os parágrafos de textos antigos... mas paciência, é o que há...

Impressioantemente, as imagens ficaram todas nos textos onde estavam. O Sapo ficou fazendo terrorismo dizendo que tudo ia se perder mas não, todas as fotos permanecem e eu fiquei feliz.

E agora posso mudar a cor do texto quando eu quiser.