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obnubilado

Blog que ainda existe, apesar do tempo.

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Slave To The Rhythm

Comprei farinha demandioca para fazer farofa. Um de meus pratos preferidos é farofa. Por causa da minha avó. Desde pequeno ela fazia farofa de farinha de mandioca, torrada com óleo de soja e coberta com molhe de carne moída. Era sempre um complemento às refeições,mas para mim era o prato principal. Tentarei fazer algo parecido daqui a pouco. Comprei farinha torrada com aroma artificial de fumaça (éééééé). Nem sabia que existia.

Esta semana acabei descobrindo Grace Jones. Não que eu não a conhecesse, só não juntava tudo em uma idéia só. Ela tem músicas incríveis. E além disso participou, como todos sabem, do fantástico filme Conan, a cuja introdução eu assisti há uns 7 anos e achei algo de outro mundo de tão boa.

No fim do ano passado ela lançou um novo disco. Esta é um vídeo muito bom:

 

Música triste que me fez chorar

Experimente escutar esta música num sábado à noite enquanto trabalha no computador se preparando para fritar chouriço no jantar. É de chorar no cantinho (só não chorei agora porque desliguei o som a tempo). Triste, triste, triste, triste... É a música que abre Requiem for a dream, um dos muitos filmes trágicos que existem por aí, e um dos melhores. Vi na  mesma época em que assisti ao Casa de areia e névoa, que faz o mesmo estilo, ou seja, eu estava a ponto de me atirar em baixo de um trem (sorte que eu morava longe do trem).

Requiem for a dream é do ótimo diretor Darren Aronofsky, que eu só considero ótimo por causa especificamente deste filme, já que não vi nenhum dos outros trabalhos dele (estou esperando dinheiro sobrar para poder ir ver O Lutador).

Esta música toca na segunda cena, quando o cara que roubou a televisão da própria mãe está carregando o televisor com seu amigo até uma loja de usados para vender e comprar drogas. Comparado ao que vem no decorrer do filme, isso não é nada. A cena do "bunda com bunda" é que é uma coisa que me deixou muito mal. E é com Jennifer Connelly, que também fez House of sand and fog.

 

Escute e sinta-se sozinho


Um filme existe que muitos dizem ser fantástico e eu nunca havia visto, até que eu vi. Agora eu também posso dizer que Donnie Darko é fantástico. Ainda não viu? Pois veja e junte-se ao clube.

Neste filme cheio de músicas dos anos 80 conheci "Mad World". Música do Tears for Fears regravada por Gary Jules. A versão deste último encerra Donnie Darko de modo perfeito. Se o fim não fosse aquele, tocando esta música, o filme não seria tão bom. Pois o final no que tem de simbólico e melancóico é o que faz o filme ser O Filme.

Clipe da música com cenas do Donnie Darko abaixo. Não gosto da cara do cantor, mas enfim, este vídeo é mais bonito para quem conhece o filme do que a versão ali de cima:


Música triste, triste, hein? A letra é linda e encaixa com grande perfeição na história do Donnie.

for your information>>>

Por trás do lançamento do mais novo álbum do Radiohead na internet, em outubro, pode haver uma disputa com a antiga gravadora da banda. O grupo inglês teria deixado a EMI porque a companhia não concordou com as altas cifras exigidas pelos músicos: 10 milhões de libras

(Ler mais)


F Y I_____ if you care
for your information>>>

we did not ask for a load of cash from our old record label EMI to re- sign.
that is a L I E.
The Times in the UK should check its facts before it prints such dirt.

whAT we WANTED WAS some control over OUR WOrK and how it was used in the future by them-
that seemed REASONAblE to us,
as we cared about it a great deal.

Mr Hands was not interested.
So neither were we.

We made the sign of the cross and walked away. Sadly.

We are extremely upset that this crap is being spread about.

To bedigging up such bullshit, or more politely airing yer dirty laundry in public,
seems a very strange way for the head of an international record label to be proceeding.

On a happier note we took no 'BRead-HEAd' advances at all from both independent labels XL and TBD for our new record.

So judge for yourself.

AND we are really excited to be working with them. SHock!

AT least they do not behave like confused bulls in a china shop.

much love

thom
x

Homem-foguete

Bom, David Fonseca lançou um disco novo mês passado. O primeiro single foi a ótima e animadíssima Superstars, com este clipe bacaninha dirigido pelo próprio.

Agora saiu este outro clipe, da interessante versão que ele fez para a música Rocket Man, do Elton John. Para quem estava aguardando a oportunidade de ver o David sem camisa todo lambuzado, esta é a hora:



Porém, se quiserem ver algo muito, muito ruim, vejam esta apresentação de William Shatner (o capitão Kirk), "interpretando" a mesma música. Sei que é torturante, mas recomendo que vejam (ou pulem direto) até os três minutos e 50 segundos, e percebam a dancinha.

Desobnubilando Sons - Tori Amos

Ok, entra hoje na rede o quarto programa Desobnubilando Sons, desta vez falando sobre a indescritível Tori Amos.

Como ela tem uma carreira bem longa, dividi o podcast em dois, como poderão perceber.

Quando eu a conheci, em 1999, minha mente abriu-se musicalmente. Espero que eu possa ter transmitido algo da sua inacreditavelmente criativa capacidade de fazer músicas complexas nesses 30 e poucos minutos.

Sing me something good

Como proposto pela Maristela, escolhi algumas músicas para listar aqui. Não fiz várias classificações porque achei mais simples apenas duas colunas: músicas alegres e músicas tristes. Tenho extrema dificuldade para me ater a limites e fazer várias listas de 4 ou 5 itens ia ser uma coisa hedionda para mim.

As músicas estão acompanhadas de seus intérpretes e em ordem meramente alfabética. Fiz uma rápida pesquisa em meus CDs e em minha memória recente e resultou nisso aí:

 

Músicas para escutar quando se quer ficar animado:
Alma não tem cor – Karnak
Chayya Chayya – dos filmes Dil Se e O Plano Perfeito

Everyman Everywoman – Yoko Ono

Kátia Flávia – Fernanda Abreu
Maria Albertina - Humanos

Meds - Placebo

My friends – Silence 4
Our hearts will beat as one – David Fonseca

Salome – U2
Searchin my soul – Vonda Shepard

The 80’s – David Fonseca

The shoop shoop song – Betty Everett

Todos estão surdos – Roberto Carlos

Vamos comer Caetano – Adriana Calcanhotto

Veraneio vascaína – Capital Inicial

 

Músicas para escutar quando se quer ficar deprimido:

Bachelorette – Björk

Cold Water – Damien Rice

Cowboys – Portishead

E só – Arnaldo Antunes

Exit Music – Radiohead

Fake Plastic Trees – Radiohead

Jackie – Sinead O’connor

Mothers of Disappeared – U2

Northern Lad – Tori Amos

One – U2

Preciso me encontrar – Cartola

Smokey Joe – Tori Amos

Você – Maria Bethânia

Wise up – Aimee Mann

Zombie – The Cranberries

A volta

VoltaEu gosto - e muito - da Björk. Mas o novo disco dela está difícil de digerir. Deve ser ótimo, mas ainda não entendi isso. Complicadíssimo.

Tenho que escutar mais vezes para me acostumar e conseguir perceber coisas... Ou, pelo menos, tenho que tentar não sentir dor de cabeça quando eu escuto além da faixa 6.

Os críticos musicais que escreveram coisas positivíssimas e fizeram entrevistas requintadíssimas poderiam ter perguntado o porquê de o disco se chamar "Volta", assim, em português (ou, quem sabe, seja uma palavra islandesa para Pâncreas ou Maçaneta...)

A propósito, se alguém ler a revista Bravo deste mês poderia me elucidar neste ponto - se é que há elucidação na matéria enorme que dizem haver lá. Eu, por mim, não compro revistas que custem mais que dois reais enquanto não tiver carteira assinada.

Ontem vi o Homem Aranha 3 - sem pagar nada, graças a meu amigo Giovani, que é o dono do Cinemark em Canoas. O filme é bacaninha e tal, mas tão superficial que nem vale um texto. Só falo a respeito porque, lá pelas tantas, o uniforme-negro-vivo toma conta da personalidade do Peter Parker e ele se torna, digamos, um X-man.

Esse sempre foi meu tipo de super-herói preferido: aquele que mata o vilão e bate nas pessoas que incomodam. Ou seja, nada a ver com o bostinha do Homem Aranha, que dá uma surra no vilão, mas salva-o da morte bem quando está caindo de um prédio altíssimo. E o vilão, que não é bobo, foge ou se vinga.