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obnubilado

Blog que ainda existe, apesar do tempo.

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Hamburguer de verdade em Porto Alegre

Just Burgers é um bom nome, parece uma rede de lancherias prontamente vinda de New Jersey, mas na verdade é hamburqueria original de Porto Alegre. Situada na Rua Lima e Silva, sempre me pareceu interessante quando passava na frente e resolvi proveitar a oferta de um desses sites de compra coletiva para ir lá conhecer e provar um hamburguer.

Realmente o sabor do hamburquer é um grande diferencial. Tem gosto de churrasco, e não é porque seja artificialmente flavorizado (de acordo com o site deles, os hambúrqueres são assados em pedra cerâmica, por isso a sensação gustativa superior a todos os concorrentes). Não é muito grande - poderia comer dois, nem é dos mais convidativos ao bolso - R$ 12,00 a opção que vem com um hamburguer bovino de 150 gramas; mas vale o que se paga, é bom, o ambiente é bonito, o atendimento é prestativo e eficiente.
Os hambúrqueres vêm acompanhados de um molho, que se escolhe entre 3 opções. Provei o Just Mix, que vem com maionese, azeitona e alcaparras (ótimo!), e o Hot, à base de carne levemente picante, dizem (mas não era nada picante, na verdade, nem tinha assim um sabor identificável).
Os condimentos são de uma boa marca (Heinz) e não aqueleas bisnagas cheias de deus-sabe-o-quê que geralmente se apresentam (ou - pior - aqueles sachês com maizena colorida dizendo que é catchup).
Eles também têm várias outras opções de hamburgueres, além de outros tipos de pratos,  como saladas e espetinhos (que pareceram bem interessantes, por um bom preço).
Voltarei lá próximas vezes.

O site deles: www.justburgersbrasil.com.br

Conviction

 

 

Nem sabia da existência desse filme (que se chama "Uma vida pela liberdade" no Brasil), e de repente comecei a assisti-lo e achei o negócio um tanto impressionante. Não pelo filme em si, mas pelo exemplo de convicção, esperança, perseverança e abnegação de alguém que realmente acredita na inocência de outra pessoa.

Baseado em fatos reais, trata de um caso emblemático de condenação equivocada. E não é pouca coisa: Kenny Waters foi condenado à prisão perpétua por assassinato, e a irmã dele, Betty Anne, passou os 18 anos seguintes concluindo o high school e fazendo faculdade de direito para que finalmente ela pudesse assumir o caso e tentar reabrir o processo. E, apesar de um mundo de contrariedades, ela, com a ajuda do The Innocence Project, milagrosamente consegue provas materiais e evidências de falsos testemunhos e manipulação de testemunhas pela polícia e consegue libertar o irmão.

Uma história polpuda dirigida por Tony Goldwyn (o amigo traidor de "Ghost"), com ótimos atores (Hilary Swanky, Minnie Driver, Sam Rockwell), fotografada com uma câmera inquieta pelo brasileiro Adriano Goldman. Não é um grande filme, mas é algo que faz a gente pensar "eita, se fosse meu irmão, dedicaria assim minha vida para tentar provar a inocência dele?". Pessoas podem sempre surpreender, para o bem e para o mal. É sim.

Em 2009, a família dele foi indezinada em 3,4 milhões de dólares pelo erro judicial. A policial responsável pelas falsas acusações não pôde ser punida, no entanto, porque já havia passado muito tempo.

Mas a ironia de Deus foi que, após o cara ficar 18 anos preso, ele finalmente começa vida nova em liberdade e MORRE AO CAIR DE UM MURO, SEIS MESES DEPOIS de sair da cadeia.

Nesse pequeno vídeo aparece um pouco da história e dos personagens reais:

 

Eu voltei (por enquanto...)

Oh, sim, tanto tempo sem escrerver neste blog, não sei nem como ainda o mantêm no ar. Eu já teria apagado se fosse o Sapo. Mas sempre interessante vir por aqui e ver tantas coisas que eu escrevi desde 2005 (!). Tantas coisas patéticas, e tantas coisas também bacanas que me divertem quando eu releio, como o texto sobre Bun-Hur ser gay, ou minha indignação com a receita errada de arroz doce, ou as crônicas inacabadas sobre a pensão onde eu morei, ou o texto sobre o show do Caetano e sobre o show do Placebo e sobre a peça lituana.

 

Bom, após voltas e voltas pelas redes sociais e pelos pequenos textos despretensiosos (ou nem tanto), vou talvez retornar a escrever algumas coisas aqui, para que os meus 26 leitores diários (segundo o serviço de estetísticas da página) tenham sempre algo novo para ler.

 

Fonte da imagem: aqui