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obnubilado

Blog que ainda existe, apesar do tempo.

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Meu avô vai dançar Nirvana !

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Hilário o texto em que Luiz Antônio Ryff tira um sarro, no Último Segundo, do novo disco de Paul Anka. O cantor, com seus 60 e poucos anos, fez um álbum regravando sucessos do rock das décadas de 80 e 90 com arranjos de big bands para seus fãs idosos nos cassinos de Las Vegas. As faixas incluem Nirvana, Tue Cure, R.E.M., Oasis, entre outros. Eis um techo da crítica:

Dá até para imaginar daqui a uns 30 ou 40 anos um Bon Jovi, com implante capilar e cinta para segurar a barriga, cantando a versão de “It’s My Life” em algum cassino perdido no meio do deserto de Nevada. (...) Ou mesmo David Lee Roth, como Elvis em final de carreira, sacolejando o paletó de lamê em Vegas repetindo os velhos sucessos do Van Halen. Peraí... Mas isso Dave já faz!

Assustado pelo pente

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Fui cortar meu cabelo. Adiei essa atitude por semanas, mas ontem tive que enfrentar a tesoura ou então continuar a ter pesadelos com uma cabeleira assassina. Desde criança tenho trauma de cabeleireiro. Primeiro, porque é muito chato chegar num lugar com pessoas que tu não conhece e uma delas, talvez a mais medonha, ir colocando as mãos na tua cabeça. Segundo, porque detesto ficar esperando, com cara de cachorro morto, uma cadeira ficar vaga no salão ou na barbearia, olhando sabe-se lá pra quem fazendo o quê. Terceiro, porque meu cabelo é volumoso e rebelde; desde os três anos de idade todo mundo que vai cortá-lo diz algo como "que cabelo difícil!" . Isso é sério. Todos falaram. Inclusive minha cabeleireira oficial de quando eu morava na Vila da Quinta ainda, a Neiva. Todo mês ela dizia isso.

Mas agora encontrei um salão aqui na outra quadra, o Corte Dez, onde ninguém me disse isso ainda. Já havia cortado umas 4 vezes ali, com o Vitório, que é todo jeitoso e corta muito bem (embora uma vez eu tenha saído quase careca de tão curto que ficou). No entanto, desta vez não foi o Vitório, foi o Machado. Fui quase espancado por seu pente. Estava indo tudo muito bem, tudo muito calmo, ele cortanto alguma coisa quando, de repente, PLAFT! ele batia o pente no meu ombro ou enfiava-o entre os fios, penteando, mas quase arranhando meu cérebro. Foi assustador. Pior quando ele inventou de me pentear com a escova que tira volume. Quase senti o sangue escorrendo. Mas no final ficou bom e todos saímos felizes.

Agora tenho que administrar o cabelo. Quando está assim curto, fica arrepiado quando me levanto pela manhã. No inverno às vezes é possível dormir de toca, literalmente, aí isso não acontece, mas no verão eu fico sempre todo bagunçado. Pior quando eu perco o pente. E eu perco muito freqüentemente.