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obnubilado

Blog que ainda existe, apesar do tempo.

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Sensucht...

Hoje o vácuo estava por perto e eu lembrei de versos que têm muito a ver com o que eu sentia:

Sensucht verstekt sich wie ein insekt

É da música que dá título a um disco da banda alemã Rammstein. A música é Sensucht e as palavras significam "a saudade se esconde como um inseto".

É verdade. Quando achava que já não existia, ela apareceu.

Me lembro agora também da última frase do filme Central do Brasil. Dora indo embora no ônibus, Josué correndo ao amanhecer e a voz sobreposta de Fernanda Montenegro dizendo "Tenho saudades do meu pai; tenho saudades de tudo". É lindo.

Eu não estou com saudade do meu pai, talvez, mas tenho saudade de quem estava comigo nessas últimas três semanas e não está mais. Agora eu sinto muita sua falta. Uma falta mais emocional que física, já que estivemos juntos não muito tempo durante o período.

Mas como é bom ter alguém em quem pensar!

Ele assumiu

Eu perguntaria a Deus por que pessoas existem.

Notícia no Fuxico:

"Pamela Anderson diz que J-Lo cheira mal

Pamela Anderson não faz por menos. Ela garante que a atriz e cantora Jennifer Lopez cheira a cachorro molhado. O motivo da crítica da modelo e atriz deve-se à insistência de Jennifer em usar peles de animais.
Pamela diz que a campanha contra gente idiota como Jennifer Lopez e P. Diddy continuará em todos os eventos públicos que eles apareçam."


Outra manchete perfeita no Yahoo! Notícias:

"Papa Bento XVI assume"

Ray é o cara

ray.jpg

O que me ficou de Ray: a música. Sim, vou lembrar da interpretação do Jamie Foxx, sim, vou lembrar da vida do artista, sim, vou lembrar das apresentações bem fotografadas. Mas não vou lembrar mais disso do que lembro de Tina (com Angela Basset também arrasando na pele de Tina Turner).

Mas o que me ficou do filme foi, fundamentalmente a música de Ray Charles que eu, até então, quase ignorava. Conhecia já várias das suas composições, mas não cantadas por ele. Agora eu sei que aquelas músicas são desse cara cego que se balançava ao piano.

As músicas são muito bem usadas dentro do filme, todos os números musicais (no palco ou em estúdio) são bem dirigidos e fazem sentir a força que o cara tinha.

A melhor dessas cenas é quando começamos a ver violinos... uma orquestra toda de brancos claríssimos no estúdio, tocando os primeiros acordes de Georgia on my mind. Ray Charles ao piano e no fundo um coro de negros. Confesso que acho a música bem sem graça, mas no filme ela ganha alma e emociona...

A cena marca uma nova fase na carreira dele, quando começa a gravar música country. E isso é muito bem mostrado pelo roteiro, quando coloca do lado de fora do estúdio sua backing vocal e um dos músicos que tocava com ele, se perguntando o que seria das suas carreiras agora.

O final repentino é meio estranho...